Pode se tocar no dinheiro para qualquer coisa, ou seja não é muito quando alguém paga 150 reias, ou 300 reias, para assistir um time de futibol, isto é varia das circusntacias, times e estadios que ocorrera a partida , no entanto ninguém fala nada , afinal o dinheiro e de quem o ganhou, e ele faz o que quer do seu dinheiro.
SEJA numa rodada de bebida, seja na jogatina, o poblema e de quem gasta o seu dinheiro, com o que ele quizer e bem entender.
Agora se o crente ajuda na igreja por uma boa causa, logo eles dizem: isto e dá dinheiro para o pastor
Gente que nem conhece os principios biblicos estabelecidos, PARA SUSTENTO da obra de Deus, agora se tem pilantra usando a biblia para tirar dinheiro de alguém, poblema d'le, poblema de quem dá o dinheiro.
O que não se deve; é generalizar e dizer que todo pastor é ladrão, por causa de alguns escandalos envolvendo dinheiro com pessoas ligadas a igreja.
Se os crentes resolvem se reunir entre si para sustentar a obra de Deus, para que o mundo se meter nisto?
Dizimo
Em poucas palavras quero falar sobre dizímo. Alguns dizem que o dizímo é coisa da lei, e que quando Jesus morreu na cruz entrou a graça (novo pacto), nada de dizimar mais. Porém o dizímo não é algo da lei , pois bem antes da lei vemos a menção do dizimo sendo entregue por Abrão, Gn 14:20), Portanto dizímo é antes da lei, na lei , e depois da lei.
Em nossos dias, observamos o modelo deixado no Antigo Testamento, para ofertarmos a Deus, suprindo assim as necessidades da igreja na obra de evangelização e manutenção de templos e despesas com o sacerdócio. Nos dias da Lei uma Obrigação; hoje, o AMOR a Deus é a motivação principal.
Deve-se entregá-lo no local definido por Deus, geralmente, a Igreja na qual congrega-se e ou Ministérios envolvidos com a Obra do Pai.
Agora independente do dizímo, não vejo poblema de contribuição na igreja , apesar de haver os mercenários no meio cristão, isto não invalida a necessiadade do dinheiro na igreja para despesas da obra e sustento dos cinceros pastores, nem todos são pilantras..
GENEROSIDADE – Atos 2.44-45: “E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.” O espírito de amor e generosidade era tão grande, na igreja primitiva, que os crentes, de própria vontade e alegremente, abriram mão de suas próprias propriedades e possessões, para ministrarem às necessidades dos outros santos. Eles chegaram mesmo ao ponto de vender suas terras e casas para tomarem conta um do outro (Atos 4.34).
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